
546.254 benefícios por incapacidade foram concedidos, em 2025, por transtornos mentais e comportamentais no Brasil
Um crescimento de 15,66% em apenas um ano, sendo que, em 2024 já havia crescido 68% em relação a 2023.
Fonte: Fundacentro e INSS
Os números nos provocam a refletir, como nossas empresas estão lidando com a urgência do assunto?
Nos últimos meses, conversando com nossos clientes sobre a melhor forma de conduzir a gestão de riscos psicossociais, temos percebido um tópico recorrente: como aproveitar metodologias consolidadas lá fora, mas adaptá-las ao contexto das empresas brasileiras?
Existem referências renomadas sendo adotadas por aqui, como HSE, COPSOQ e ISO 45003. Mas também temos percebido que as empresas precisam de customização no lugar da aplicação de um instrumento – que embora referenciado – talvez não considere de forma plena que cada empresa tem estruturas próprias, vínculos e formas de trabalho diferentes e, principalmente, modelos de governança diversos.
Por isso, essas conversas têm partido da premissa basilar de que primeiro é preciso compreender o contexto de trabalho da empresa, depois adaptar a comunicação para a sua realidade e, só depois, conduzir avaliações psicossociais, ouvir os trabalhadores, analisar as condições e procedimentos existentes e, a partir disso, definir como agir de forma assertiva.
Uma recomendação que funciona para uma empresa privada pode simplesmente não ser executável em uma autarquia pública, em uma empresa pertencente a um grupo econômico ou em uma organização com estruturas decisórias mais complexas.
Por isso, para nós, customizar não significa criar uma nova metodologia. Significa preservar uma base técnica já validada e interpretar os resultados dentro da realidade de cada empresa.
Esse é um dos pontos centrais da metodologia PAZ: adequar a comunicação a realidade da empresa, combinar a percepção dos trabalhadores, evidências existentes e contexto organizacional antes de chegar aos perigos e aos planos de ação.
E você, como a sua empresa está tratando essa questão hoje?
Se vocês já começaram a avaliar os riscos psicossociais e querem discutir se o processo está realmente aderente à realidade da organização, nós podemos e ajudar. Nos contate por este canal
Se você precisa de ajuda, fale com a Predita e conheça o PAZ Psicossocial.
Perguntas frequentes sobre psicossocial
1. O que a NR-1 exige sobre fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho?
A NR-1 exige que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam tratados dentro do GRO/PGR, com identificação de perigos, avaliação de riscos, definição de medidas de prevenção, acompanhamento e revisão.
2. Psicossocial no trabalho é responsabilidade apenas do psicólogo?
Não. O psicólogo tem papel importante no cuidado ao indivíduo quando há sofrimento ou adoecimento. Mas a gestão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho é, sobretudo, uma agenda de SST, SESMT, lideranças e gestão organizacional, porque envolve organização do trabalho, papéis, processos, cobrança, suporte e prevenção.
3. Qual a diferença entre o PAZ Psicossocial e os métodos tradicionais de checklist e matriz?
Os métodos tradicionais costumam identificar sinais de risco e gerar matrizes estáticas. O PAZ vai além: compara percepção interna versus realidade, produz score de risco, avalia procedimentos existentes e desdobra tudo isso em planos de ação práticos dentro de uma plataforma integrada.
4. Qual a relação do PAZ Psicossocial com ISO 45003, COPSOQ e HSE?
O PAZ se inspira nessas referências e dialoga com elas, mas foi desenhado para conversar com a legislação brasileira que tem sua próprias conotações, além de preencher lacunas práticas que muitas empresas enfrentam no Brasil, especialmente na hora de transformar diagnóstico em evidência, priorização e ação concreta sobre a organização do trabalho.
5. Qual é o principal benefício prático do PAZ Psicossocial para a empresa?
O principal benefício é sair de um diagnóstico genérico e passar a ter uma gestão mais clara e acionável dos riscos psicossociais, com evidências, score explicável, identificação dos pilares mais frágeis e planos de ação rastreáveis para fortalecer a organização do trabalho.
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