Quantos riscos críticos estão presentes em sua operação hoje?
Quantas pessoas estão expostas a esses riscos por turno?
Você tem clareza da força das suas barreiras de segurança?
Você tem segurança que nenhum acidente pode acontecer?
Você sabe o custo financeiro se uma das suas células ou mesmo sua fábrica inteira for fechada por uma fiscalização?
Você sabe o custo de um acidente de trabalho?
O ponto chave é Gestão de Riscos
O tema de gestão de riscos vem evoluindo com a governança corporativa no setor industrial e se tornou muito maior e mais profundo do que áreas de SESMT, SST ou ter um PGR.
Um modelo gerencial eficaz precisa considerar o contexto atual da indústria, as ocorrência passadas de acidentes de trabalho, analisar os riscos críticos e as barreiras de segurança, gerar indicadores rastreáveis ao longo do tempo e, principalmente, correlacionar tudo isso com projeções financeiras de perdas geradas por estes riscos.
Inclusive as perdas indiretas se a sua operação parar.
Uma gestão de riscos eficaz está diretamente relacionada com um plano estratégico de segurança, alinhado a metas claras de redução de acidentes, custos previdenciários e preservação de margem de lucro.
Isso tudo para garantir que sua operação não vai parar e que o seu financeiro não vai precisar calcular o quanto sua empresa vai perder por cada minuto parada.
Como implementar a Gestão de Riscos
- Identificar Acidentes Históricos: Um excelente ponto de partida é identificar as ocorrências de acidentes de trabalho ao longo dos anos, fiscalizações e multas, eventualmente recebidas dos órgãos reguladores. Esses são dados que sinalizam falhas nas suas barreiras de segurança, que tem probabilidade de gerar acidentes, custos diretos e paradas de operação.
- Mapear Riscos Críticos: Compor os acidentes históricos, ou seja, as zonas, áreas e circunstâncias que geraram acidentes de trabalho no passado e representam riscos críticos da sua operação. Mas não se precipite. Existem os pontos cegos que você pode não estar vendo. Não é porque um acidente ainda não aconteceu na operação de uma máquina, por exemplo, que não existe risco ali e que essa célula não pode parar a qualquer momento. Você precisa de um método para detectar seus pontos cegos e proteger sua operação.
- Medir Robustez das Barreiras: Imagine uma flecha vindo na direção do seu peito. Agora imagine 2 cenários: I) Você veste apenas a roupa do corpo II) Você tem um escudo em suas mãos posicionado na direção da flecha. No cenário I você está vulnerável e há grande chance de acontecer uma tragédia. Já no segundo cenário – ainda que a flecha seja exatamente idêntica – você está protegido, pois tem uma ferramenta de defesa em suas mãos. Essa é exatamente a diferença entre risco x barreira de segurança. A flecha é o risco. E o risco de um acidente acontecer em um processo, máquina ou área é sempre o mesmo se houver elementos perigosos. O que irá diferenciar o impacto do risco e o resultado é a solidez e maturidade das barreiras de segurança que sua empresa possuir para agir nesses riscos. Você precisa de um mapa de risco. Mas mais do que isso, de um método que meça as suas barreiras de segurança. Algo aliás, raro no mercado.
- Gerar Indicadores Rastreáveis: Para ter clareza de onde a sua operação pode parar, é fundamental traduzir os riscos críticos e a robustez das barreiras de segurança em indicadores fáceis de serem compreendidos. Esses indicadores precisam: calcular o score de cada risco crítico, calcular o score médio da planta, ou da fábrica e apresentar as áreas/setores mais frágeis que estão potencializando a probabilidade do acidente acontecer e da sua produção ser afetada.
- Roadmap de Ações: Com a devida clareza dos riscos críticos, das barreiras de segurança mais frágeis e com um orçamento estabelecido, sua empresa possui todas as informações necessária para elaborar um planejamento de riscos apropriado. Mas não de maneira aleatória, ou apenas no setor que você acha que tem maior prejuízo se parar. Você conseguirá ter clareza, com base em dados e em um processo de gestão de riscos estruturado onde estão suas maiores fragilidades.
- Projetar Perdas Financeiras: A maior mudança de mentalidade de uma gestão de riscos de alto nível está nesta parte. A partir de um método de inteligência de dados sua empresa será capaz de calcular o custo de um acidente de trabalho, correlacionar este custo com a probabilidade real na sua indústria com base nos seus riscos críticos e na maturidade da sua empresa. Além disso, também conseguirá calcular o custo projetado do seu RAT/FAP mensal pago com base na sua folha de pagamento e no seu nível de incidência de acidentes de trabalho.
Com os cálculos certos e o método adequado, você não vai precisar mensurar a perda com paradas na sua operação.
Você terá em mãos respostas para perguntas que vão garantir isso:
- Quais riscos críticos precisamos priorizar nos próximos 3, 6, 12 meses para não parar nossa operação?
- Que barreiras de segurança e áreas vulneráveis precisam receber mais orçamento no próximo ano?
- Quais nossas metas de redução de acidentes, custos com acidentes e custos com RAT/FAP?
- Como podemos medir estes resultados?
Se você precisa de ajuda para construir este planejamento, medir suas barreiras de segurança, projetar seus custos e construir um programa de gerenciamento de riscos que abranja toda esta inteligência, a Predita é a solução que você precisa.
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