
Em uma reunião recente com um cliente, durante a análise de um risco crítico da operação, surgiu uma discussão interessante.
Estávamos avaliando o resultado do score de riscos (IRR – Índice de Rastreabilidade de Risco) sobre um risco específico (por exemplo: movimentação de materiais, elementos de içamento, etc).
O diagnóstico havia sido feito. As barreiras de segurança estavam mapeadas. As vulnerabilidades estavam identificadas.
Naturalmente, chegamos ao próximo passo: definir os planos de ação.
Foi nesse momento que surgiu uma reflexão importante.
Grande parte das ações que surgem dos times como: atualização de procedimentos, revisão de EPIs, novos treinamentos, ajustes em instruções operacionais são tecnicamente corretas.
Mas faltava algo essencial.
Conexão com o nível estratégico da empresa.
O risco de tratar segurança apenas no nível operacional
Em muitas organizações, a gestão de riscos acaba ficando restrita ao nível operacional.
As discussões giram em torno de:
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atualização de procedimentos
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treinamentos obrigatórios de NRs
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inspeções pontuais
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equipamentos de proteção
Tudo isso é importante. Sem dúvida.
Mas essas ações, isoladamente, raramente respondem à pergunta que deveria orientar toda a gestão de riscos:
Qual é nosso objetivo estratégico em relação à redução de riscos?
A importância de conectar os três níveis
Uma gestão efetiva de riscos precisa conectar três dimensões:
Estratégica
Definida pela alta liderança.
Aqui surgem perguntas como:
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Em quanto queremos reduzir os acidentes nos próximos anos?
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Qual a meta de redução de afastamentos?
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Qual impacto queremos gerar sobre os custos indiretos associados a acidentes?
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Como queremos reduzir indicadores como FAP e RAT, que incidem diretamente sobre a folha de pagamento?
Esses objetivos precisam ser claros e patrocinados pela Diretoria.
Tática
É o nível onde os indicadores ganham estrutura.
Aqui entram:
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priorização de áreas mais expostas
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investigação de acidentes
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definição de planos estruturados de mitigação
- definição de treinamentos necessários
É nesse nível que ferramentas de gestão e inteligência de dados voltadas para áreas de SSH, como o PAZ, ajudam a transformar diagnóstico e planos de ação em gerenciamento efetivo de segurança.
Operacional
Somente depois disso entram as ações práticas do dia a dia:
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check list de EPIs
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atualização de instruções de trabalho
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aplicação de treinamentos específicos
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melhorias de processo
-
revisões de layout ou engenharia
Essas ações deixam de ser iniciativas isoladas e passam a ser consequências de uma estratégia clara de gerenciamento de riscos.
Quando o plano de ação nasce da estratégia
Quando os três níveis estão conectados, os planos de ação deixam de ser apenas respostas a incidentes ou auditorias.
Eles passam a fazer parte de um programa estruturado de redução de risco.
Cada ação passa a responder a perguntas maiores:
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qual risco crítico estamos reduzindo?
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qual indicador estamos impactando?
-
qual meta estratégica estamos perseguindo?
- como provamos com evidências que nossas ações foram efetivas?
O papel do PAZ nesse processo
O PAZ – Pentest Acidente Zero foi estruturado exatamente para apoiar esse tipo de gestão.
Ao avaliar riscos críticos e ao estressar as barreiras de segurança, ele permite:
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identificar onde estão as maiores vulnerabilidades e pontos cegos
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priorizar riscos com maior potencial de impacto
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gerar indicadores rastreáveis ao longo do tempo
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direcionar planos de ação de forma integrada (estratégico, tático e operacional)
- ferramenta completa de análise de risco, histórico de evidências, geração de score de risco e planos de ação integrados a um sistema de gestão jamais visto na área de SSH.
Reduzir acidentes não é uma questão de compliance.
É uma questão de gestão.
De estratégia.
E de futuro para a organização.
Sua empresa já consegue seus planos de ação de segurança do trabalho com a estratégia de SSH?
Se essa integração ainda é um desafio para sua indústria, nós podemos te ajudar. Fale conosco agora mesmo!

