
Algumas empresas acreditam que ter SESMT organizado e 1 técnico de segurança do trabalho é suficiente para proteger vidas e reduzir riscos de acidente de trabalho.
Contudo, está cada vez mais evidente a importância de elevar o nível da segurança do trabalho para uma gestão de riscos estratégica, que realmente permita uma visão abrangente e prioritária sobre este tema tão sensível.
Sob a ótica dos ativos mais importantes para uma indústria, todos concordam que são: pessoas e resultado financeiro.
Só que para isso se tangibilizar em ações concretas e em uma cultura de segurança é preciso o desenvolvimento de um programa contínuo voltado a proteger vidas, reduzir acidentes e preservar margens de lucro, muito além de apenas ter uma área de segurança e 1 ou 2 colaboradores envolvidos.
Esse programa precisa envolver
- Mapeamento de riscos críticos na sua operação
- Medição das barreiras de segurança
- Monitoramento se essas barreiras seguem funcionando ao longo do tempo
- Indicadores que conectem com o nível tático e o nível estratégico (Diretorias e Conselhos)
- Roadmap de ações que considere orçamento, pessoas e prioridades
É muito comum áreas de segurança focadas apenas em testar a segurança das máquinas. Só que este é apenas um procedimento de rotina e operacional.
Existem vários outros riscos envolvidos em uma operação industrial complexa, em especial indústrias com grau de risco 2 e 3, que precisam fazer parte do programa de gestão de riscos, por exemplo:
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Treinamento das equipes no onboarding e em reciclagens periódicas
- Impacto da Cciação de novos processos produtivos, ou produtos
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Documentação como ordens de serviços, instruções de treinamento e ordens de serviço
- Manutenção em equipamentos que afetem a conformidade com as normas (como NR12)
Perceba que boa parte desses pontos tem impacto direto na gestão de riscos, na ocorrência de acidentes e na geração de perdas financeiras. Em relação a perdas financeiras, muitas vezes ocultas, podemos citar:
- Custo previdenciário de acidentes
- Custo de perícias trabalhistas
- Custos judiciais de acidentes
- Pagamento mensal de RAT e FAP
- Multas por fiscalizações
Sem contar custos indiretos como:
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Perda de pedidos por parada de produção
- Redução de faturamento por falta de capacidade produtiva (célula parada pela fiscalização)
- Redução de margem de lucro por custos inesperados com acidentes
- Redução de margem de lucro pela elevação nos custos previdenciários de FAP sobre a folha
Hoje, sua empresa consegue dar a devida prioridade ao tema de segurança no trabalho? Ou ainda segue muito envolvida com a organização de um SESMT, apenas?
Você consegue medir qual é seu nível real de exposição a riscos de acidentes?
Você tem gestão sobre o impacto financeiro oculto envolvido?
Se você ainda trata o tema de forma operacional, precisa de ajuda especializada para um diagnóstico preciso.
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