Você sabe medir o impacto de um acidente de trabalho na sua margem de lucro?

A margem de lucro de uma empresa, assim como seu faturamento e custos são temas recorrentes nas agendas de Diretorias e Conselhos.

É natural entender como está a produção, o volume de vendas, o número de clientes novos, comissões e custos fixos.

Mas quando se trata do tema de gestão de riscos e acidentes de trabalho, poucas agendas são capazes de abordar:

  • Qual foi o impacto em nossa margem financeira por custos de acidente de trabalho?
  • Qual foi a perda de faturamento porque a operação parou uma semana por conta de uma fiscalização que detectou falhas nas barreiras de segurança de uma célula inteira
  • Qual foi a elevação nos custos indiretos da empresa por multas por descumprimento de normas como NR01 (GRC), NR7 (PCMSO), NR9 (Avaliação de Riscos), NR12 (Máquinas), aplicadas pelo Ministério do Trabalho.

E quanto ao futuro:

  • Conseguimos calcular a perda esperada com acidentes futuros projetados para os próximos 2 anos?
  • Conseguimos estimar o impacto do RAT e do FAP em nossa margem de lucro nos próximos 3 anos?
  • Conseguimos relacionar nosso mapa de riscos atuais com estas expectativas financeiras?
  • Conseguimos definir meta claras de redução de acidentes e custos financeiros?

Poucas empresas conseguem entender essa conexão entre gestão de riscos, acidentes de trabalho & resultado financeiro.

Raríssimas indústrias conseguem organizar um sistema de riscos que apresente:

  • Mapa de riscos
  • Score das barreiras de proteção
  • Geração de indicadores claros e objetivos para Diretorias e Conselhos
  • Planejamento e Priorização de ações cadenciadas ao longo do tempo
  • Evidências defensáveis para órgãos reguladores e auditorias
  • Projeção financeira de custos de acidentes de trabalho (e consequente impacto na margem de lucro)

Um sistema riscos eficaz precisa ser construído para conectar os 3 níveis:

  • Estratégico: metas, apetite a risco, visão executiva
  • Tático: plano único por áreas + prazos + responsáveis
  • Operacional: rotina, checklists, inspeções, registros e evidências

Estrutura mínima que sua indústria precisa:

  1. Identificar Acidentes Históricos: Ocorrências de acidentes de trabalho ao longo dos anos e os CATs (Comunicados de Acidentes de Trabalho) que sinalizam falhas nas suas barreiras de segurança.
  2. Mapear Riscos Críticos: As zonas, áreas e circunstâncias que geraram acidentes de trabalho no passado representam riscos críticos da sua operação. Mas não se precipite. Existem os pontos cegos que você pode não estar vendo. Não é porque um acidente ainda não aconteceu no manuseio de um material, por exemplo, que não existe risco ali.
  3. Medir Robustez das Barreiras: O que irá diferenciar o impacto de riscos críticos é a solidez e maturidade das barreiras de segurança que sua empresa possui para agir nesses riscos. Você precisa de um mapa de risco. Mas mais do que isso, de um método que meça as suas barreiras de segurança. Algo aliás, raro no mercado.
  4. Gerar Indicadores Rastreáveis: traduzir os riscos críticos e a robustez das barreiras de segurança em indicadores fáceis de serem compreendidos. Esses indicadores precisam: calcular o score de cada risco crítico, calcular o score médio da planta, ou da fábrica e apresentar as áreas/setores mais frágeis que estão potencializando a probabilidade do acidente acontecer.
  5. Roadmap de Ações: Com a devida clareza dos riscos críticos, das barreiras de segurança mais frágeis e com um orçamento estabelecido, sua empresa possui todas as informações necessária para ter um sistema de gestão de riscos.
  6. Projetar Perdas Financeiras: A maior mudança de mentalidade de uma gestão de riscos de alto nível está nesta parte. A partir de um método de inteligência de dados sua empresa será capaz de calcular o custo de um acidente de trabalho, correlacionar este custo com a probabilidade real na sua indústria com base nos seus riscos críticos e na maturidade da sua empresa. Além disso, também deve calcular o custo projetado do seu RAT/FAP mensal pago com base na sua folha de pagamento e no seu nível de incidência de acidentes de trabalho.

Afinal de constas, custos reduzem margem de lucro e isso impacta diretamente na solidez dos seus negócios.

Além de responder a pergunta sobre margem de lucro, com esses dados identificados, você tem em mãos respostas para perguntas extremamente importantes para o seu planejamento estratégico futuro:

  • Quais riscos críticos precisamos priorizar nos próximos 3, 6, 12 meses?
  • Que barreiras de segurança e áreas vulneráveis precisam receber mais orçamento no próximo ano?
  • Como as ações que os times de SST e SESMT estão fazendo hoje se relacionam com esta estratégia?
  • Quais nossas metas de redução de acidentes, custos com acidentes e custos com RAT/FAP?
  • Como podemos medir estes resultados?

Se você precisa de ajuda para construir este planejamento, medir suas barreiras de segurança, projetar seus custos e construir um programa de gerenciamento de riscos que abranja toda esta inteligência, a Predita é a solução que você precisa.

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