Como transformar Segurança do Trabalho em um Plano Estratégico de Diretoria

Empresas que tratam SST como responsabilidade apenas do SESMT ou RH. Um evento ou um projeto pontual. Um treinamento, ou uma auditoria isolada estão sujeitas a um efeito sanfona: períodos de conformidade seguidos por recaídas operacionais, incidentes e perda de produtividade e mesmo um acidente grave, ou até mesmo fatal.

Esta é uma postura reativa de segurança do trabalho.

Nós vamos conduzir sua empresa para uma transformação em gestão de riscos e colocar o tema como pauta recorrente de Diretoria com apelo financeiro.

Para a Diretoria, as perguntas certas:

  • Quanto custa um acidente de trabalho na minha indústria?
  • Conseguimos calcular a perda esperada com acidentes futuros?
  • Conseguimos estimar o impacto do RAT e do FAP em nossa margem de lucro nos próximos anos?
  • Conseguimos relacionar nosso mapa de riscos atuais com estas expectativas financeiras?
  • Conseguimos definir meta claras de redução de acidentes e custos financeiros?

Perceba que atender o tema de Segurança e Saúde o trabalho, assim como atender a legislação se torna parte de algo muito maior e mais potente para valorizar um tema de extrema relevância.

Passo a Passo para um Plano Estratégico de Diretoria

  1. Identificar Acidentes Históricos: Identifique as ocorrências de acidentes de trabalho do últimos 5 anos. Esses são dados que sinalizam falhas nas suas barreiras de segurança e que tem probabilidade de gerar novos acidentes e custos diretos e indiretos.
  2. Mapear Riscos Críticos: Além dos acidentes históricos existem pontos cegos que você pode não estar vendo. Não é porque um acidente ainda não aconteceu no manuseio de um material, por exemplo, que não existe risco ali. Você precisa de um método para detectar seus pontos cegos.
  3. Medir Robustez das Barreiras: Imagine uma flecha vindo na direção do seu peito. Agora imagine 2 cenários: I) Você veste apenas a roupa do corpo II) Você tem um escudo em suas mãos posicionado na direção da flecha. No cenário I você está vulnerável e há grande chance de acontecer uma tragédia. Já no segundo cenário – ainda que a flecha seja exatamente idêntica – você está protegido, pois tem uma ferramenta de defesa em suas mãos. Essa é exatamente a diferença entre risco x barreira de segurança. A flecha é o risco. E o risco de um acidente acontecer em um processo, máquina ou área é sempre o mesmo se houver elementos perigosos. O que irá diferenciar o impacto do risco e o resultado é a solidez e maturidade das barreiras de segurança que sua empresa possuir para agir nesses riscos. Você precisa de um mapa de risco. Mas mais do que isso, de um método que meça as suas barreiras de segurança. Algo aliás, raro no mercado.
  4. Gerar Indicadores Rastreáveis: Você precisa traduzir os riscos críticos e a robustez das barreiras de segurança em indicadores fáceis de serem compreendidos. Esses indicadores precisam: calcular o score de cada risco crítico, calcular o score médio da planta, ou da fábrica e apresentar as áreas/setores mais frágeis que estão potencializando a probabilidade do acidente acontecer.
  5. Roadmap de Ações: Com a devida clareza dos riscos críticos, das barreiras de segurança mais frágeis e com um orçamento estabelecido, você possui todas as informações necessária para elaborar um planejamento de riscos e colocar o tema como pauta recorrente de Diretoria. Agora vamos ao apelo financeiro.
  6. Projetar Perdas Financeiras: A maior mudança de mentalidade para uma gestão de riscos de alto nível está nesta parte. A partir de um método de inteligência de dados sua empresa precisa ser capaz de calcular o custo de um acidente de trabalho, correlacionar este custo com a probabilidade real na sua indústria com base nos seus riscos críticos e na maturidade da sua empresa. Além disso, também deve calcular o custo projetado do seu RAT/FAP mensal pago com base na sua folha de pagamento e no seu nível de incidência de acidentes de trabalho.

Com esses dados identificados, você tem em mãos respostas para perguntas extremamente importantes para o seu planejamento estratégico:

  • Quais riscos críticos precisamos priorizar nos próximos 3, 6, 12 meses?
  • Que barreiras de segurança e áreas vulneráveis precisam receber mais orçamento no próximo ano?
  • Como as ações que os times de SST e SESMT estão fazendo hoje se relacionam com esta estratégia?
  • Quais nossas metas de redução de acidentes, custos com acidentes e custos com RAT/FAP?
  • Como podemos medir estes resultados?

Se você precisa de ajuda para construir este planejamento, medir suas barreiras de segurança, projetar seus custos e construir um programa de gerenciamento de riscos que abranja toda esta inteligência, a Predita é a solução que você precisa.

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